Olido (São Paulo - SP)

Inauguração solene : 12/12/1957
Inauguração pública : 13/12/1957
Filme inaugural :
"Tarde demais para esquecer", com Cary Grant e Débora Kerr.
Exibidor : Empresa Cinematográfica Paulista (Paulo Sá Pinto).
Depois, Empresa Sul Paulista.
Endereço : Av. São João, 473 - Centro
Capacidade : 1339 lugares
Projeção : 4 projetores da marca Philips

A Cia. Cinematográfica Sul Paulista fecha o Olido, em 18/07/1981, para reformas e divisão do cinema em três salas. Reabre ao público em 30/10/1982, como Olido 1 (419 lugares), Olido 2 (239 lugares) e Olido 3 (241 lugares). Houve uma pré-inauguração com sessão especial para convidados em 29/10/1982, às 20 horas. Os projetores continuaram sendo Philips e o som Dolby Stereo.

Em 30/08/2001, o cinema fecha e tem suas últimas sessões com os filmes "A Senha: Swordfish", "Planeta dos Macacos" e "Alta Velocidade". O cinema era administrado pela PlayArte desde 1996.

Em setembro de 2004, o cinema passa a ser administrado pela Prefeitura de São Paulo, que transforma a Galeria Olido em um centro cultural. Apenas uma sala é aproveitada como cinema.
Em 2016, a única sala do cine Olido passa a fazer parte do
Circuito Spcine.
Telefone : (11) 3331.8399
E-mail : olido@circuitospcine.com.br
www.circuitospcine.com.br

1957

Histórico :
O prédio onde funcionava o cine Avenida foi demolido e no lugar foi construído o Edifício Domingos Fernandes Alonso. Neste prédio havia uma galeria e nela ficava o acesso ao cine Olido (o primeiro a funcionar dentro de uma galeria). O projeto inicial aprovado previa 1450 lugares, mas para melhorar a movimentação do público, a capacidade da sala diminuiu para 1339 lugares.

Os alto-falantes do cinema eram distribuídos sobre o forro do cinema, o que permitia melhor direção, distribuição e alcance sobre os espectadores. Aproveitando a largura da tela necessária (16 metros) e o espaço disponível na frente do palco, foram criadas duas cortinas de movimentação, que permitiam a utilização do palco para shows, orquestras e pequenas representações. As laterais da sala de espetáculos eram decoradas com monumentais arandelas.

Na inauguração, uma orquestra sinfônica apresentou o tema principal de "Tarde demais para esquecer" e, em seguida, acompanhou as cantoras Cidalia Meireles e Leila Cury, em diversas músicas. No início, os ingressos eram vendidos antecipadamente, com reserva numerada, para evitar filas e havia apresentações de piano e orquestra antes das exibições cinematográficas.

Anúncio de inauguração - 11/12/1957

Anúncio de inauguração - 12/12/1957

Anúncio de inauguração - 12/12/1957

Anúncio de inauguração - 12/12/1957

Anúncio de inauguração - 12/12/1957

Anúncio de inauguração - 12/12/1957

Anúncio de 14/12/1957

Notícia de 20/12/1957 - Jornal "O Estado de S.Paulo"

Notícia de 29/10/1982 - Jornal "Folha de S.Paulo"

Anúncio de reinauguração - 30/10/1982


1957
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Olido (São Paulo - SP)

Em cartaz,  
"O Discreto Charme da Burguesia", de Luis Buñuel (França, 1972).
Fotos de 1973.

Olido (São Paulo - SP)

Fotos : Antonio Ricardo Soriano - 14/10/2013














Spcine Olido (São Paulo - SP)

Galeria Olido recebe sétima sala pública de cinema da Prefeitura
Foto: Heloísa Ballarini

Com ingressos de até R$ 8, equipamento na região central faz parte do Circuito SPCine, que entregará até o fim de maio 20 espaços de exibição por toda a cidade. Nos CEUs, entrada será gratuita.

A cidade de São Paulo recebeu na noite de 11/05/2016 a sua sétima sala pública de cinema, localizada na Galeria Olido, região central da cidade. A ação faz parte do Circuito Spcine, que até o fim de maio abrirá 20 novos espaços de exibição espalhados por toda a capital, formando a maior rede pública do Brasil. Neste equipamento, os ingressos terão o valor de R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia entrada).

Com 236 lugares sentados, o tradicional espaço de exibição foi totalmente digitalizado e recebeu o nome de sala Cine Olido. Assim como em todas as 20 salas de cinema que formarão o Circuito Spcine, o espaço conta com equipamentos de projeção digital Christie 2D/2K, capacidade de fluxo luminoso de 10 mil lumens e sistema de som Dolby 5.1, importados do Canadá, com tecnologia de ponta.

“Esta é uma sala que já tem uma identidade e uma história, é uma sala que deu muito certo, mas a gente pode potencializar com outros públicos e outros usos. Complementar o que já existe e ampliar a possibilidade desta sala ter ainda mais público do que ela já tem”, afirmou o diretor-presidente da SPCine, Alfredo Manevy.

Seis salas já foram inauguradas nos CEUs AricanduvaQuinta do Sol, São RafaelMeninosButantã e Jaçanã. Mais nove serão implementadas em outros CEUs, sendo duas na zona leste, quatro na zona sul e três na zona norte. Nelas, os ingressos serão gratuitos.

As outras quatro salas ficarão em equipamentos culturais, como esta inaugurada na Galeria Olido. Duas delas serão no Centro Cultural São Paulo (CCSP), uma no Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes e outra na Biblioteca Roberto Santos, no Ipiranga. Nestes locais os ingressos terão preço simbólico, variando entre R$ 3 e R$ 8, para que possam entrar na contagem nacional de público.

“A inauguração desta sala é uma conquista importante para a política cultural da cidade. É muito bom ver políticas públicas se complementando”, disse a secretária municipal de Cultura, Maria do Rosário Ramalho.

A abertura dos espaços leva em conta um estudo da JLeiva que apontou que, na média de toda a cidade, 10% dos paulistanos nunca foram a uma sala de cinema. Nas classes D e E, esse número sobe para 30%.

“É fundamental que esta política de aproximação se perpetue, para que a população possa ter acesso, principalmente ao conteúdo produzido pela periferia, que vem construindo essa prática de produzir o audiovisual”, disse o ator, professor e escritor, Andrio Cândido.

Quando todas as salas do circuito estiverem em operação, a Spcine estima que serão cerca de 200 sessões semanais, com expectativa de 960 mil espectadores por ano. O investimento total de equipamentos em todo o projeto foi de R$ 7,4 milhões, além de mais R$ 2,5 milhões para a operação das salas.

Programação

A programação das salas já abertas está disponível em um site especial criado para o Circuito Spcine. Por meio da ferramenta, o cidadão pode conferir os filmes em cartaz, horários e datas das sessões.

Entre os títulos que passaram e passam pelas telas das novas salas estão “O Menino e o Mundo”, animação brasileira que concorreu ao Oscar, “O Escaravelho do Diabo”, “Os Dez Mandamentos” e “Snoopy e Charlie Brown”.

A iniciativa da Prefeitura de criar salas de cinemas gratuitas se soma a outras ações no âmbito cultural desenvolvidas pela atual gestão, como o Circuito Municipal de Cultura, que tem 3.000 atividades gratuitas previstas para 130 espaços diferentes da cidade, e o incentivo à produção de filmes, como curtas-metragens.

Texto da Secretaria Executiva de Comunicação da Prefeitura de São Paulo - 11/05/2016


Foto: Heloísa Ballarini
Foto: Heloísa Ballarini

Spcine Olido (São Paulo - SP)

Fotos : Antonio Ricardo Soriano - 21/04/2017



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1. Arquivos institucionais e privados

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Acervo digital dos jornais Correio de São Paulo, Correio Paulistano, O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo.

Acervo digital dos periódicos A Cigarra, Cine-Reporter e Cinearte.

Site Arquivo Histórico de São Paulo - Inventário dos Espaços de Sociabilidade Cinematográfica na Cidade de São Paulo: 1895-1929, de José Inácio de Melo Souza.

Periódico Acrópole (1938 a 1971)

Livro Salões, Circos e Cinemas de São Paulo, de Vicente de Paula Araújo - Ed. Perspectiva - 1981

Livro Salas de Cinema em São Paulo, de Inimá Simões - PW/Secretaria Municipal de Cultura/Secretaria de Estado da Cultura - 1990

Site Novo Milênio, de Santos - SP
www.novomilenio.inf.br/santos

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